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Mobilização unificada contra a Escala 6×1 em Minas Gerais

Na noite desta quinta-feira, 23 de junho, a Secretaria das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo se reuniu com representantes das Centrais Sindicais de Minas Gerais para discutir estratégias de resistência contra a jornada de trabalho 6×1, que tem gerado intensas preocupações entre os trabalhadores e suas famílias.

O encontro contou com a presença de diversos líderes e representantes de movimentos sociais, sindicatos e partidos, incluindo Adelson (APUBH), Bernadete (MMM), e Fred (Movimento Brasil Popular), entre outros. A reunião reforçou a importância da união entre diferentes entidades na luta por condições de trabalho justas e dignas.

Encaminhamentos e Mobilizações

Os participantes definiram um calendário de mobilização que se estenderá de 22 a 29 de junho, com atividades programadas em várias localidades. Entre os principais eventos estão:

•   Mobilizações no Barreiro (23/6): com os Sindicatos dos Metalúrgicos de BH/Contagem, Químicos e Construção Civil.

•   Atividades no bairro Alípio de Melo e Padre Eustáquio (25/6): promovidas pela CUT, CSB, CSP, CTB e Central Pública.

•   Mobilização em Venda Nova (26/6): com a participação de CUT, NCST, Intersindical, CSP e CTB.

•   Roda de conversa na Quinta Arte (26/6), visando discutir a situação dos trabalhadores.

•   Concentração na Praça Sete (29/6): com todas as centrais, incluindo a colocação de faixas e balões.

No dia 30 de junho, está programada uma grande agitação e panfletagem na Praça Sete, culminando em um ato às 17h30. Atos simultâneos também estão confirmados em cidades como Alfenas, Barbacena e Governador Valadares.

Ações de Comunicação e Pressão

Além das mobilizações, foram definidas tarefas específicas para aumentar a pressão sobre os senadores. Entre elas, a colocação de cartazes com QR codes na Praça Sete, que direcionarão a população a ações de apoio aos trabalhadores. A entrega de cartas aos senadores também foi uma das pautas destacadas.

Stefano, um dos organizadores, enfatizou a importância de mobilizar artistas e a comunidade para amplificar a mensagem. “Não podemos permitir que a escala 6×1 continue a afetar a vida dos trabalhadores. Precisamos de uma resposta unificada e contundente”, afirmou.

Próximos Passos

A próxima reunião está agendada para 7 de julho, no Centro Popular de Educação e Cultura Carolina Maria de Jesus, onde os participantes discutirão os resultados das mobilizações e planejarão novas ações.

A luta contra a jornada de trabalho 6×1 é um reflexo da necessidade urgente de promover melhores condições laborais e garantir direitos fundamentais aos trabalhadores. A mobilização das centrais e frentes sociais é um passo significativo nessa direção, unindo forças em prol de um futuro mais justo.

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