A atuação conjunta da Federação dos Servidores Públicos de Minas Gerais (FESMIG) e da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) obteve resultado positivo no combate à PEC 66/2023. A proposta, que avançou para o Senado após segunda votação na Câmara dos Deputados (367 votos a favor, 97 contra e 2 abstenções), foi aprovada sem a inclusão da reforma previdenciária obrigatória para estados e municípios – principal bandeira de resistência das entidades.
A vitória é atribuída à intensa mobilização coordenada pela FESMIG, sob comando do presidente Hely Aires, e pela CSPB, liderada por João Domingos dos Santos, com participação de sindicatos filiados em todo o estado. Campanhas de conscientização, pressão política sobre deputados e articulação em diversas regiões garantiram a rejeição da medida previdenciária, embora todos os destaques apresentados pelas entidades tenham sido reprovados.
“Esta conquista é fruto da união e determinação dos servidores. A força da FESMIG é a força de todos nós”, declarou Hely Aires, ressaltando o caráter coletivo do resultado. Ele enfatizou a necessidade de manter a vigilância: “A luta continua. Precisamos mobilizar todas as entidades representativas de Minas, sem distinção, e monitorar diariamente os atos dos parlamentares”.
A FESMIG destacou que seguirá com interlocução junto a gabinetes de deputados e lideranças partidárias em Brasília para alertar sobre os impactos negativos da reforma previdenciária obrigatória. A entidade reforçou o compromisso de manter a pressão durante a tramitação da PEC no Senado Federal.


Imprensa Fesmig
