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FESMIG convoca Sindicatos filiados para a Marcha Nacional do Serviço Público contra a Reforma Administrativa

A Federação dos Servidores Municipais e Estaduais de Minas Gerais (Fesmig), em parceria com a Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB), convoca todos os sindicatos filiados e seus servidores para a Grande Marcha Nacional do Serviço Público, que ocorrerá no dia 29 de outubro, às 9h, em Brasília (DF). Este ato tem como objetivo alertar e protestar contra a proposta de reforma administrativa em tramitação na Câmara Federal, apresentada pelo deputado Pedro Paulo (PSD-RJ), que representa um grave retrocesso para o Estado brasileiro e para os servidores.

A proposta, criticada amplamente pela CSPB — por meio do presidente João Domingos dos Santos —, por entidades representativas dos servidores públicos e pelas centrais e outras organizações, visa alterar a estrutura do serviço público, promovendo mudanças nas contratações que incluem maior flexibilidade e a possibilidade de redução da estabilidade. Essa alteração é vista como uma ameaça à segurança no emprego e à qualidade dos serviços prestados. Além disso, a reforma pode levar à precarização das relações de trabalho, comprometendo a eficiência e a capacidade do Estado de atender às necessidades da população.

Hely Aires, presidente da FESMIG e da CSB de Minas, enfatiza que a proposta foi gestada de forma antidemocrática e carrega um viés reacionário, buscando desmantelar políticas públicas essenciais e aprofundar desigualdades sociais. “Defendemos um Estado forte em defesa dos mais fracos, com políticas públicas robustas e investimentos ampliados para garantir o desenvolvimento nacional com soberania, democracia e valorização do trabalho”, afirma.

A convocação da Fesmig e da CSB, em conjunto com as centrais, é um chamado à ação, reunindo a classe trabalhadora em uma luta unificada contra a reforma que, segundo os organizadores, é um verdadeiro suicídio do serviço público. Eles ressaltam a importância da mobilização, uma vez que a proposta pode resultar em insegurança e incertezas para os servidores, além de apontar para o fim das políticas públicas e o desmantelamento da seguridade social. “O apoio da CSB nacional, por meio do presidente Antônio Neto, será fundamental para a mobilização ganhar corpo e resistência contra esta reforma, se é que podemos chamar de reforma”, enfatizou o presidente Hely Aires.

É hora de dizer não a essa reforma! A FESMIG, a CSPB e todos os servidores de Minas Gerais se unirão em Brasília para fazer ouvir sua voz em defesa dos direitos dos trabalhadores e da valorização do serviço público. A participação de todos é fundamental nessa luta.

FESMIG, fé no servidor!

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